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domingo, 9 de novembro de 2014

Artista transforma lixo em luxo em Niterói

O Centro Cultural Abrigo de Bondes, em Niterói, recebe a partir do dia 9 de outubro a exposição "O Luxo do Lixo", de Cacau Salabert. A mostra fica em cartaz até 29 de novembro, com entrada franca.

Divulgação/ TMN assessoria

Depois de expor três vezes na França, o artista apresenta esculturas, quadros, luminárias feitas de materiais recicláveis. Utilizando somente plástico, alumínio, ferro, papel e componentes eletrônicos o artista transforma completamente que é considerado lixo para alguns, em objetos luxuosos.
Desde sua volta de Paris, o artista começou a criar quadros temáticos, cápsulas de champanhe transformados em "pequenas cadeiras de pensamento", com motor de liquidificador ele faz apropriações e o transforma em luminária e de outros materiais surgem caixas, animais, quadros e espelhos se fundem em um festival de formas, mas todos com a mesma característica: o sentido da transformação chamada descartáveis​​. Um outro olhar sobre o meio ambiente.

O que: O Luxo do Lixo
Onde:
Centro Cultural Abrigo dos Bondes
Rua Marquês de Paraná, 100
Centro
Niterói
Ver no mapa

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Reaproveite as cascas e sementes de frutas e legumes

Sempre está em tempo de reduzir o lixo gerado em casa. Um tema pouco difundido e que pode diminuir o lixo orgânico doméstico é o reaproveitamento de cascas e sementes de frutas e legumes. A grande maioria desses resíduos gerados pode ser transformada em compotas, acompanhamento de saladas, massas de bolo, pães e muito mais. É claro que essa reutilização implica em uma mudança radical de comportamento que nos foi passado por nossos pais.
Esse tema é um pouco controverso visto que é na casca que se concentra a maioria dos agrotóxicos usados para conter pragas e que são prejudiciais à saúde. Se possível utilize alimentos orgânicos para essa prática. Caso não seja possível, vale a pena ter alguns cuidados com as cascas para reduzir a quantidade de agrotóxicos. Uma boa prática é lavar as frutas e legumes (para alguns alimentos você pode usar até uma escovinha) e mergulhá-los por meia hora em uma solução de 1 litro de água com 1 colher (sopa) de bicarbonato de sódio.
Veja alguns exemplos de como reaproveitar as cascas e sementes:
a) Abóbora: Toste as sementes no forno em temperatura baixa e consuma-as como petisco ou, depois disso, crie uma farinha que pode ser usada em bolos e pães, moendo todo esse conteúdo.
b) Melão, Melancia e Melão – as sementes podem ser torradas e salgadas e depois consumidas como aperitivo.
c) Cenoura – Use a casca em refogados, sopas, omeletes e suflês. Você também pode utilizar as folhas em bolinhos, sopas ou saladas.
d) Mamão – use as sementes em iogurtes e saladas.
e) Couve-flor – as folhas podem ser refogadas e usadas em panquecas ou sucos. Os talos podem ser usados em sopas e no preparo do feijão.
Você ainda pode utilizar uma composteira para transformar os resíduos não utilizados em adubo. Veja como construir uma no link: http://on.fb.me/1m8LzmZ

Fonte: BR +10

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Rio quer elevar de 1% para 25% coleta seletiva do lixo até 2016!


Com apenas 1% de lixo recolhido em coleta seletiva em 2012, o município do Rio quer aumentar esse percentual para 25% até 2016 e começará neste ano a pôr em prática as medidas que buscarão esse objetivo. Em cerca de três meses, a Central de Triagem de Irajá será inaugurada, dando início ao projeto orçado em R$ 50 milhões, anunciado em 2011. O projeto recebeu investimentos de R$ 22 milhões, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e de R$ 28 milhões da Companhia Municipal de Limpeza Urbana.
“Ela vai atender aos bairros de Irajá, Marechal Hermes e Deodoro”, adiantou o coordenador de Projetos de Coleta Seletiva da Comlurb, Jorge Otero. Segundo ele, nove caminhões de lixo vão circular nos bairros a partir da inauguração e apenas mulheres trabalharão na coleta seletiva.
As garis passaram por uma capacitação de 15 dias e serão responsáveis também por advertir as residências que não aderirem ao novo modo de coleta. “Na primeira vez, os moradores serão avisados. Na segunda, advertidos. Se houver terceira, haverá multa”, explica Otero. Ele diz que o valor da punição ainda não está definido.
As garis do projeto foram selecionadas no banco de classificados do último concurso e vão iniciar o trabalho no novo modelo. Um detalhe diferente na coleta seletiva será o uniforme: em vez do tradicional laranja, elas vestirão camisas verdes.
A Central de Triagem de Irajá será a primeira das seis que funcionarão na cidade. Ainda neste ano, deve ser inaugurada a da Central do Brasil, no bairro da Gamboa, que atenderá ao centro e à zona sul. Na zona norte, haverá uma central na Penha, e mais três serão construídas na zona oeste: em Bangu, Campo Grande e Vargem Grande.
Para a coleta, não será necessário separar os diferentes tipos de material reciclável. Os garis recolherão o “lixo molhado” e o “seco” em dias alternados. O lixo molhado inclui os materiais orgânicos e os papéis de banheiro e cozinha, já o seco é todo material reciclável: papel, plástico, metal, vidro, isopor e outros.
Na central de Irajá, 200 catadores de cooperativas trabalharão sem precisar de atravessadores para vender o que selecionarem, e outros 300 devem ser empregados pela unidade Central do Brasil.
De acordo com Otero, a coleta seletiva é realizada atualmente em 44 bairros da cidade, mas sem atingi-los em sua totalidade. O coordenador da Comlurb assegura que, ainda neste ano, esses locais terão a coleta seletiva em todas as ruas e casas.
Fonte: Agência Brasil
Veja a matéria no RJTV de 05/06/13;

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Bloco 'Vagalume, o verde' faz o Carnaval sustentável

Por: Fernanda Portugal
 Abram alas para um Carnaval sustentável! O bloco ‘Vagalume, O Verde’ pede passagem, com fantasias e alegorias elaboradas com material reciclável, coleta seletiva de lixo durante o desfile e até o plantio de mudas nativas da Mata Atlântica após a festa. Parte do Projeto Carnaval + Rio, apoiado pela Ambev e Sandálias Ipanema, o bloco desfila na terça-feira de Carnaval, dia 12 do mês que vem, na Rua Jardim Botânico.
“O cocar indígena que estamos produzindo para os cem integrantes da bateria, por exemplo, é elaborado a partir de embalagens tetrapak e sobras de tecido”, explica Rodrigo Rezende, presidente da Liga dos Amigos do Zé Pereira, criada este ano dentro do Projeto Carnaval + Rio. O vagalume símbolo do bloco também é construído com materiais recicláveis, mas os detalhes são “surpresa”, brinca Rodrigo.


ATÉ CIGARROS VÃO SER RECICLADOS
A coleta de lixo durante o desfile será realizada através da parceria com a Cooperativa de Catadores - CCOPRJ. Uma outra parceria, com a empresa Bituca Verde, promoverá uma ação distribuindo ‘porta-bitucas’ para o folião fumante descartar as ‘guimbas’ de cigarros. Desta forma, será dada destinação adequada ao resíduo, transformando-o num produto reciclável.
‘Vagalume, O Verde’ terá, ainda, espaço adequado para foliões idosos, crianças e com necessidades especiais. Além dos banheiros químicos já existentes, haverá três para pessoas com dificuldades.
O enredo de 2013 será “O jardineiro fiel”, com repertório em homenagem a grandes sambistas, como João Nogueira, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Nei Lopes, Candeia, Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra entre outros.
E após o Carnaval, para neutralizar as emissões de carbono no ambiente, voluntários e moradores locais ajudarão no plantio de mudas doadas pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio. A ação será realizada em áreas previamente autorizadas, sob orientação de profissional. Informações a partir de março: vov@vum.org.br.

 Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/vidaemeioambiente/bloco-vagalume-o-verde-faz-o-carnaval-sustent%C3%A1vel-1.543895

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Telhado verde- tipos e implementação

As COBERTURAS VERDES podem ser usadas para reduzir  a velocidade de escoamento e aumentar a absorção da água da chuva, elevar a resistência térmica e a capacitância da cobertura, diminuir o efeito de ilha térmica nas cidades e oferecer um espaço verde para a fauna e as pessoas em uma área que, do contrário, seria impermeável. Existem dois tipos básicos de coberturas verdes: as extensivas e as intesivas.

Cobertura Verde Extensiva
As coberturas extensivas são mais simples e resistentes, além de implicarem baixo custo de manutenção e de menor sobrecarga sobre a estrutura das edificações. Esse tipo de cobertura é mais indicado para grandes áreas em que a vegetação se desenvolve espontaneamente. Coberturas verdes extensivas utilizam-se de uma pequena camada de substrato, desta forma não suportando plantio mais adensado, transferindo menos carga para a estrutura, assim sendo os custos são menores do que o telhado verde intensivo.
  • 6-Planta  Vegetação
  • 5- Substrato/solo  para cobertura Vegetal extensiva
  • 4-Camada de filtro permeável a raiz
  • 3- camada de drenagem e  capilaridade
  • 2- Camada de proteção e armazenamento
  • 1- Pavimento de cobertura, isolante, ipermealização

Cobertura Verde  Intensiva
As coberturas  verdes intensivas requerem mais cuidados, como sistemas de irrigação, contudo suportam espécies de maior porte. Essas coberturas tem o solo mais profundo que as extensivas. Não são limitadas em termos de variedades de plantas e com frequência  apresentam  os mesmos tipos de tratamento paisagístico que os jardins da casa. Essas coberturas podem oferecer espaços verdes acessíveis ao usuário com  se fossem parques,  e costuma incluir plantas maiores e árvores. Esses peso adicional exige uma estrutura considerável e resulta em uma cobertura mais cara para se construir. Este tipo de cobertura é somente viável em edificações de coberturas planas.
Pelas questões de manutenção, irrigação e mesmo de execução, as coberturas verdes intensivas possuem um custo mais elevado em comparação à modalidade extensiva.
A camada de substrato mineral contém micro-nutrientes, mas mesmo não possuindo grande profundidade, são adequados para plantas menos exigentes e de baixo crescimento. O sol, vento e seca são fatores adicionais de tensão para as plantas nas construções. As plantas com tolerância à seca , assim como aquelas encontradas nos ambientes secos montanhosos, costas, semi-desérticos, prados secos, são visivelmente adaptados para extremos naturais das condições locais e são as espécies preferidas para plantar em coberturas verdes. Conjugação de musgos, suculentas, herbáceas e gramíneas criam uma agradável comunidade de plantas.
Tipos de camadas:
As camadas de uma cobertura verde podem variar dependendo do tipo específico selecionado.Conheça diferentes métodos de montagem:
a) Revestimento Vivo: Nesse tipo usa-se módulos,plástico reciclado, os módulos do sistema básico , já vêm com um mix de plantas de espécie suculentas com cerca de 10 cm de altura. Aceitam somente espécies pequenas, cujas raízes resistam à rasa profundidade do suporte. Sobre a laje previamente impermeabilizada, pode ir uma manta que protege os ralos contra entupimentos. Acima dela, dispõem-se os módulos, que admitem ajustes de acordo com a área disponível e podem ser instalados pelo cliente. O sistema com suculentas registra peso médio de 80 kg/m², que salta para 150 kg/m² se forem usadas gramíneas. Os módulos aceitam apenas plantas de pequeno porte e já contam com reservatório de água. Preço médio sem instalação: R$ 110 o m².
b) Alveolar simples:  No tipo alveolar, a membrana que dá nome ao sistema é colocada sobre manta geotêxtil acima da laje impermeabilizada para agir como reservatório de água. Em seguida, entra uma membrana, responsável pela nutrição, que garante a chegada da água até as plantas. Sobre ela, vem o substrato, já com a vegetação escolhida, de pequeno porte. Cortando os módulos, eles se ajustam à área disponível. Exige instalador profissional. A carga sobre a laje varia entre 40 e 80 kg/m², dependendo da espécie escolhida. Acolhe suculentas, gramíneas e outras plantas pequenas. Preços a partir de R$ 100 o m² colocado.
c)Tecgarden: Esse tipo  foi criado para ser utilizado tanto em telhados quanto em pisos, o sistema é instalado sobre a laje impermeabilizada, apoiado num piso elevado sobre pedestais. A base, um reservatório, conta com pavios para transportar água e nutrientes até as plantas. A espessura do substrato varia de acordo com as espécies previstas no projeto paisagístico, que podem ser forrações ou árvores frutíferas. Exige instalador profissional.O sistema oferece peso extra de 250 kg/m² com arbustos e um reservatório com camada de 10 cm de água. Aceita plantas variadas, até árvores de médio porte. Os custos começam em R$ 250 por m², com instalação, mas sem substrato.
Skygarden:Esse tipo é originário do Japão, aposta no substrato para garantir a beleza e a durabilidade do jardim. “Ele conta com engenharia de microbiologia e é esterilizado em autoclave, o que aumenta a vida útil da base”, revela o botânico paulista Ricardo Cardim” . A montagem é simples: coloca-se o substrato com as plantas escolhidas diretamente sobre a manta geodrenante disposta na laje impermeabilizada. Dá para criar jardins com gramíneas ou árvores frutíferas de médio porte variando a espessura, que começa em 4 cm. Pode ser instalado pelo cliente. O sobrepeso na laje, cerca de 50 kg/m², dispensa reforço estrutural. O preço do m² colocado começa em R$ 90.
Pontos Chaves para se fazer uma cobertura verde:
As coberturas verdes bem-sucedidas exigem edificações com volumetrias que permitam uma exposição solar apropriada para os tipos de vegetação desejados.As  sombras projetadas por edificações ou árvores vizinhas podem afetar consideravelmente o sucesso das palntas colocadas no telhado.As preocupações-chave incluem o projeto o sitema estrutuaral, o detalahemtno cuidadoso dos sistemas de drenagem, os sistemas de irrigação e as perfurações da membrana de cobertura.
Considerações sobre a implementação:
Escolha plantas arbustivas rústicas e resistentes à seca para as coberturas verdes extensivas. As plantas desse tipo de cobertura sofrem mais  como o vento e  com a radiação solar além de ter a base do solo mais  fina e mutio  menos acesso  a água. O resultado é que as plantas de  coberturas verdes paresentam altas perdas de evaportranspiração fazendo com que as resistentes à seca sejam mais adequadas para essas condições.Ainda que as coberturas verdes  extensivas não seja  acessíveis exceto para  equipde  de manutenção deve haver um acesso seguro e para  facilirar  a manutenção.As coberturas verdes intensivas são mais pesadas pois permitem o plantio de árvores nesses casos o cuidaod deve ser  com o peso extra da cobertura, as árvores e os elementos mais pesados devems ser plantados diretamente acima de pilares ou vigas principais. Para protegeras plantas e os usuários, os jardins de cobertura precisam incluir um para- ventos e uma  grade de segurança.
<p> No Rio de Janeiro, este projeto do escritório Tamabi Arquitetura, atende os moradores, que pediram um espaço de convivência. “O jardim é fácil de manter e não exigiu reforço estrutural na reforma”, conta a arquiteta Marina Lage. Levou um dia a instalação do sistema Alveolar, da Ecotelhado.</p>
            http://www.greenroofservice.com
          http://casa.abril.com.br

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Agricultura em Torres de Garrafa PET

A agricultura vertical ou técnicas de jardinagem vertical podem ser facilmente promovidas com  baixo investimento. Com criativadade Gilbert Van Damme desenvolveu a ideia de empilhar garrafas pet individuais  para formar essas “torres”de cultivo,  onde facilmente  cresce com sucesso uma variedade de culturas de alimentos.  Essas torres tem o potencial de serem simples e  eficazes facilitando o cultivo de plantas. O processo é  de fácil compreensão ,rega-se todo a “torre” de garrafas através de um único regador na parte superior de cada torre oferecendo  assim uma economia de água impressionante e consequentemente  sua conservação .Esta ecomomia de água torna o arranjo eficiente e oferece a qualquer pessoa a possibilidade de cultivar alimentos frescos em uma superfície extremamente limitada, por exemplo, 4 a 5 alfaces em uma  única torre de  garrafa PET. Veja a seguir o passo a passo:
Passo 1: Deixe a tampa na garrafa
Passo 2: Corte a parte inferior da garrafa

Passa 3 : Com um tesoura faça  4  furos na parte superior da garrafa  2 desses furos servirá de drenagem  para que  um possível  excedente de água podossa  ser evacuado

Passo 4:  Encha com terra  até (2,5-5 cm) da borda da garrafa

Passo 5: Coloque a garrfa de ponta cabeça  a garrafa Nº 1  será o início da  torre de garrfas pet

Passo 6 : Para as próximas três garrafas que se  empilharão (N º 2, 3 e 4, não fazer os furos de drenagem )  tirar a tampa e cortar a parte de baixo

Passo 7: Após o enchimento das garrafas  ( N º 2, 3 e 4), com terra , elas serão colocados em cima da garrafa de base  da torre

Passo 8: A torre com as  quatro garrafas

Passo 9 : A torre de garrafas é mantido na vertical  amarrando com um par de fios simples a uma grande

Passo 10: Utilizamos a parte superior de uma garrafa (Nº 5  sem a tampa) servirá como um funil , empurre o gargalo da garrada até este se fixar no solo

Passo 11: A  garrafa Nº 6 vai ser usada como um depósito de água na parte superior do funil  (garrafa Nº  5 ). Portanto uma perfuração pequena de (1 mm)  é feita na tampa aqui utilizou-se uma broca mas pode ser feita com prego e martelo

Passo 12: A  Garrafa 6 é a garrafa superior  usada como um depósito de água, a água  correr lentamente através desta pequena abertura

Passo 13: A garrafa Nº 6 que é o depósito de água  é empurrada para a garrafa Nº   5   que é o funil

Passo 14: A torre inteira é agora gradualmente embebido colocando-se  a  água no topo da garrafa Nº 6, com a sua tampa perfurada. Pingos de água no funil ( garrafa Nº 5) se  infiltrará no solo para vasos de garrafas Nº 4, 3, 2 e 1, e o eventual excesso de água será evacuado através dos  orifícios de drenagem

Passo 15: A água corre lentamente a partir do depósito de água (garrafa N ° 6) para dentro do funil ( garrafa Nº 5), e daí para o solo da garrafa Nº4.

Passo 16: A água correndo lentamente a partir do depósito de água (garrafa N ° 6) para dentro do funil ( garrafaNº 5)

Passo 17: Com uma estilete corte uma fenda horizontal e duas fendas verticais nas garrafas Nº. 4, 3, 2 e 1

Passo 18: Assim, uma “janela” pequena é criada nas garrafas  Nº 4, 3, 2 e 1

Passo 19: Com um dedo  empurre uma pequena cavidade no solo

Passo 20: Uma  mudas de  plantas jovens podem ser plantadas na “janela” de cada garrafa

Passo 21: Em breve novas raízes serão formadas no solo e plantas jovens vão começar o seu crescimento sem  precisar ser regadas regularmente, porque a torre está constantemente umidificada

Passo 22: Leva apenas um par de semanas para ver todas as espécies de vegetais e ervas, plantadas nas ” aberturas das garrafas”, tornando-se alimentos frescos, cheios de vitaminas e elementos minerais

Fonte:Gilbert Van Damme
Photo WVC

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Experiência Modelo em Lages!

Muro de escola se transforma em horta e jardim em Lages


Falta de espaço não é mais desculpa para deixar de ter uma horta ou um jardim bem florido, seja em casa, apartamento ou instituições, basta usar a criatividade. Prova disso é a iniciativa dos professores e alunos da EMEB Nicanor Rodrigues Goulart, do bairro Bom Jesus. Eles confeccionaram uma horta suspensa e fizeram do muro da escola uma verdadeira área verde.
Os litros descartáveis foram reutilizados para abrigar as mudas de flores e hortaliças, como alface, radite, couve, beterraba, salsinha e cebolinha. Os próprios alunos plantaram as mudas e também serão eles os responsáveis pela manutenção da horta.

A escola não participava do projeto Hortas Escolares, da Secretaria de Educação de Lages, justamente por não ter espaço disponível, e foi uma das primeiras a inovar e buscar uma alternativa. “Agora todos estão muito empolgados com a novidade. É um tipo de horta viável e fácil de cuidar”, comenta a gestora Silvana Antunes da Silva.
A professora Adriana Derossi conta que a ideia surgiu durante uma aula sobre o meio ambiente, assistindo a um vídeo sobre o solo. “Observamos que poderíamos ensinar às crianças os cuidados com a terra e as plantas e ainda dar noções de sustentabilidade, através da reciclagem”.
Tudo é produzido de forma orgânica e em breve consumido pelos alunos, contribuindo para uma alimentação mais saudável. A compostagem (armazenamento de produtos orgânicos para usar como adubo para as plantas) será feita em latões de plástico. “Tudo que é descartado da cozinha da escola será reaproveitado”, diz Adriana.
Antes do lançamento do projeto, alguns pais participaram de uma oficina que ensinava a confeccionar a horta. “Esperamos que o resultado obtido na escola sirva de exemplo para os pais, e que eles também façam o mesmo nas suas casas”, finaliza a professora.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Hortas para pequenos espaços

Hortas para pequenos espaços com Garrafas PET


Ideal para apartamentos ou casas pequenas, as hortas na parede são charmosas e sustentáveis.  


É possível ter temperos sempre à mão em casa, ainda que você não disponha de muito espaço ou de recursos financeiros. A idéia desse projeto partiu de Marcelo Rosenbaum, que a executou em uma das edições do quadro "Lar, doce lar", exibido no programa Caldeirão do Huck, da TV Globo.
A garrafa PET é um invento que deu certo em termos econômicos, mas vem sendo uma dor de cabeça quando pensamos na enorme degradação do Meio Ambiente causada por ela.
Buscar alternativas para sua reutilização tem sido um esforço da sociedade em diversos lugares do Brasil, como já constatei nas minhas andanças pelo país.
O que você vai precisar:
- Garrafas PET de 2 litros (já vazias e limpas)
- Tesoura com ponta
- Corda para varal, barbante ou arame
- Terra adubada
- Muda de planta à sua escolha
- Parafusos com ganchos e bucha n°8
- Furadeira


COMO FAZER:
Faça uma horta de parede com garrafas PET
Faça uma horta de parede com garrafas PET
- Com a tesoura, faça uma abertura no meio da garrafa, deixando mais ou menos 15 cm de sobra de cada extremidade. Com a ajuda de um prego, faça 2 furos de cada lado da garrafa, para passar a corda que vai sustentar a floreira na parede.
- Passe a corda de varal, barbante ou arame pelos furos, fixando embaixo com nós bem presos, ou arruelas de metal. Coloque a terra e a muda de planta dentro da garrafa PET e depois pendure na parede, fazendo um furo e fixando o parafuso com o ganchinho. Lembre-se de fazer furinhos na parte de baixo da garrafa para escoar a água das regas.

Fonte:Blog da Consul