segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Reciclagem e Responsabilidade Social
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Em 2013, mude de atitude, e participe!
Marcadores:
catadores,
compostagem,
cooperativa,
cooperativa de catadores,
doe lixo,
educacão ambiental,
energia verde,
organização social,
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reciclar,
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vamos unir o mundo,
VUM
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Feliz 2013!
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Pense em BOAS PRÁTICAS!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Energia eólica
A energia eólica vem
aumentando nos últimos anos sua participação no contexto energético
brasileiro. Desde a criação do Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes
Alternativas de Energia Elétrica), e, posteriormente, os sucessivos
leilões de compra e venda deste tipo de energia, a participação na
matriz elétrica brasileira passou de pouco mais de 20 MW para
aproximadamente 1.180MW.
São 59 parques eólicos atualmente em operação. Nos últimos dois anos, o governo federal contratou a construção de 141 novos empreendimentos, que serão entregues entre 2012 e 2013. São investimentos de R$ 16 bilhões.
Ampliar
O compromisso estabelecido
pelo governo é diversificar a matriz energética, organizar leilões que
contratem energia pelo menor preço e que garantam a sustentabilidade
ambiental.
A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro.
A expectativa para os próximos dez anos é de que a capacidade instalada no País aumente em 63.400 MW. Deste montante, 18 GW devem produzidos a partir das fontes alternativas complementares, entre elas a energia eólica.
O Brasil é o País mais promissor do mundo em termos de produção de energia eólica, na avaliação do Global Wind Energy Council, organismo internacional que reúne entidades e empresas relacionadas à produção desse tipo de energia.
A região que se destaca é a Nordeste: mapas eólicos desenvolvidos pelo Centro Brasileiro de Energia Eólica apontam que a área tem uma das melhores jazidas do mundo, contam com boa velocidade de vento, baixa turbulência e uniformidade. O potencial total é estimado em 30 mil MW. Em termos estratégicos, este tipo de matriz é importante, porque os ventos são mais fortes nos períodos de seca (entre junho e dezembro), quando a produção das hidrelétricas tende a cair.
São 59 parques eólicos atualmente em operação. Nos últimos dois anos, o governo federal contratou a construção de 141 novos empreendimentos, que serão entregues entre 2012 e 2013. São investimentos de R$ 16 bilhões.
- A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro
A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro.
A expectativa para os próximos dez anos é de que a capacidade instalada no País aumente em 63.400 MW. Deste montante, 18 GW devem produzidos a partir das fontes alternativas complementares, entre elas a energia eólica.
O Brasil é o País mais promissor do mundo em termos de produção de energia eólica, na avaliação do Global Wind Energy Council, organismo internacional que reúne entidades e empresas relacionadas à produção desse tipo de energia.
A região que se destaca é a Nordeste: mapas eólicos desenvolvidos pelo Centro Brasileiro de Energia Eólica apontam que a área tem uma das melhores jazidas do mundo, contam com boa velocidade de vento, baixa turbulência e uniformidade. O potencial total é estimado em 30 mil MW. Em termos estratégicos, este tipo de matriz é importante, porque os ventos são mais fortes nos períodos de seca (entre junho e dezembro), quando a produção das hidrelétricas tende a cair.
Fontes:Relatório Panorama de Energia Eólica Global do Greenpeace
Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Centro de Referência para Energia Solar e Eólica – CRESESB
Atlas de Energia Elétrica no Brasil da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
Centro de Referência para Energia Solar e Eólica – CRESESB
Atlas de Energia Elétrica no Brasil da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Tecnológia Verde ou TI VERDE
Sua casa vai virar uma usina de força!
Novas tecnologias prometem transformar residências e prédios comerciais em pequenas usinas elétricas, capazes de produzir quase tudo o que consomem.
A produção de energia para sustentar casas cada vez mais automatizadas e fábricas funcionando a todo vapor é um enorme desafio para as sociedades contemporâneas e quase sempre pivô de controvérsias sobre o impacto ambiental de cada matriz energética.
Comprar um gerador a diesel e instalá-lo no quintal para garantir luz mesmo quando o pior vendaval atingir sua cidade, por exemplo, é uma forma de produzir energia localmente. Mas esta não é lá uma atitude muito ecológica.
Se termoelétricas liberam grandes quantidades de dióxido de carbono e hidroelétricas criam cicatrizes em paisagens naturais, causando enormes alagamentos, restam opções baseadas em fenômenos naturais, como o aproveitamento do Sol, dos ventos e até do movimento das ondas para gerar eletricidade.
Uma empresa americana apresentou um conjunto de hélice e gerador que pode ser instalado no alto de residências. Em tese, é possível instalar vários deles num mesmo telhado, a fim de aumentar seu potencial de gerar eletricidade.
A Cascade Engineering vende o sistema e o instala por um custo de US$ 10 mil. O custo ainda é elevado, mas se a ideia se massificar poderia cair abruptamente.
De acordo com a Cascade, um sistema de anéis faz o vento incidir de forma a não gerar ruídos elevados ou trepidações. A energia gerada pelo sistema pode ser usada para aquecer a casa no inverno, esquentar água ou simplesmente alimentar os eletrônicos da residência.
Outra forma de transformar seu lar numa usina de energia limpa é instalar painéis solares no telhado. Na cidade de São Paulo, isto é obrigação conforme uma lei municipal de 2007
A regra obriga prédios comerciais e condomínios novos a colocar painéis solares em suas coberturas. O cuidado ecológico visa garantir que parte da energia consumida por estas edificações seja gerada por ela mesma.
Se residências e prédios comerciais conseguirem equacionar seu consumo de energia, as usinas precisariam focar esforços para atender fábricas e iluminação pública, uma economia e tanto.
Fonte: http://info.abril.com.br/ti-verde/sua-casa-vai-virar-uma-usina-e.shtml
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Local:
Rio de Janeiro - RJ, Brasil
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Guia da construção verde: Decoração sustentável
Depois de mostrar como construir uma casa
sustentável desde a sua fundação até o jardim, é hora de finalmente
decorar o seu lar, doce lar. Mas não pense que a sustentabilidade pode
ser deixada de fora nessa última etapa. Com escolhas inteligentes e
conscientes é possível montar seus espaços sem abrir mão do charme e do
conforto e causando menos impactos ao planeta.
Móveis antigos e de demolição
A
primeira opção quando você pensar nos móveis de sua casa é buscar lojas
que vendem objetos antigos e de demolição. Você pode reformar ou dar
uma nova serventia para mesas, cadeiras, vidrais e o que mais encontrar
nesses locais.
Além de evitar que peças cheias de história acabem no lixo, você deixa de comprar produtos novos – o que reduz todos os impactos causados pela produção, transporte, comercialização e descarte desses novos móveis.
Uma porta de madeira antiga, por exemplo, pode ser transformada em uma mesa na sala de jantar. Basta lixá-la e pintá-la e escolher as cadeiras certas para acompanhar. Já o vaso de mesa tradicional pode ser substituído por uma chaleira encontrada em uma loja de móveis antigos ou pela louça herdada da vovó.
Com criatividade e bom senso é possível descobrir verdadeiras raridades e ainda poupar o meio ambiente.
Madeira certificada

Mas
se você faz questão de objetos novos, fique atento e só compre produtos
de madeira com certificado FSC de procedência. Com isso você inibe o
comercio ilegal de madeira e estimula que mais lojas revendam produtos
certificados.
A certificação florestal garante que determinada empresa ou comunidade obtém seus produtos manejando sua área florestal segundo determinados princípios e critérios. Essa madeira pode vir tanto de plantações (conhecidas como “reflorestamentos”) quanto de florestas nativas manejadas.
Existem dois tipos de certificações. Um diz respeito ao manejo florestal e certifica que a floresta foi utilizada de acordo com os princípios e critérios do FSC. A outra é certificação de cadeia de custódia e assegura as indústrias que processam e vendem produtos florestais, rastreando a matéria-prima desde a floresta até o consumidor.
Materiais alternativos
Além
da madeira, você pode optar por materiais alternativos e mais
sustentáveis. Porcelanato e cerâmica reciclada, fibra natural, couro
ecológico, bambu, ladrilhos hidráulicos, pneus reciclado, pastilhas de
coco, fibras obtidas em garrafas pets, aço inoxidável e borracha
reciclada são alguns exemplos.
Consulte seu arquiteto ou decorador e visite lojas e sites especializados para saber sobre novidades e tendências. Também se informe sobre os produtos antes de comprá-los e verifique os impactos que ele causa no planeta.
Artesanato e produtos de cooperativas
Outra
opção é comprar produtos artesanais e de cooperativas. Geralmente
feitos de forma sustentável e utilizando materiais naturais, esses
objetos são produzidos por artesãos e trabalhadores de pequenas
comunidades e ajudam a gerar renda para essas famílias.
Dessa forma, além de deixar sua casa bonita com tapetes, colchas e outros objetos decorativos, você estará investindo em micro-empresários e organizações sociais e ajudando a manter economias de pequenas comunidades.
Eletroeletrônico com selo Procel
Quando
chegar o momento de equipar sua casa com eletrodomésticos e aparelhos
eletrônicos, prefira sempre aqueles com selo do Programa Nacional de
Conservação de Energia Elétrica – Procel. Criado pelo governo para
ajudar o consumidor a escolher os produtos que apresentam alta
eficiência energética, esse selo garante que aquele equipamento vai
consumir o mínimo de energia e reduzir os impactos ambientais.
Quanto maior a eficiência do produto (a letra “A” representa o nível mais alto de economia), mais caro ele pode ser. Mas lembre-se que a economia na conta de luz irá pagar a diferença da compra em pouco tempo.
Lâmpadas de baixo consumo
Na
hora da iluminação, prefira sempre lâmpadas de LED ou fluorescentes
para complementar a luz natural. Embora as lâmpadas de LED tenham uma
eficiência energética menor do que as lâmpadas convencionais e um custo
superior, elas consumem menos energia e ainda oferece uma vida útil
muito superior.
Já as lâmpadas fluorescentes podem substituir com vantagens a iluminação convencional, pois duram mais, consomem menos eletricidade e já estão disponíveis em vários formatos e nas cores branca e amarela. Essas lâmpadas já podem ser encontradas facilmente em todo o país.
Produtos de qualidade e durabilidade
Uma
questão fundamental na hora de comprar móveis e objetos de decoração é
optar por produtos de qualidade e durabilidade. Apesar de quase sempre
serem mais caros, produtos de qualidade podem durar mais tempo – o que
evita a necessidade de comprar um produto novo pouco tempo depois da
primeira compra. Assim, você economiza dinheiro a médio e longo prazo e
diminui sua pegada no planeta.
Mas claro que isso nem sempre é possível. Se for o caso, escolha ao menos alguns móveis da sua decoração e procure levar para casa aqueles que você sabe que poderá contar por muitos anos.
Tintas naturais
Quando
for pintar os cômodos internos e as áreas externas da casa, opte por
tintas ecológicas. Elas são formuladas com matérias-primas naturais, sem
componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. A pintura a
cal ou com tintas feitas a base de água, livre de compostos orgânicos
voláteis (COVs) são as mais utilizadas.
Ao contrário das tintas com COVs, que liberam hidrocarbonetos aromáticos, as tintas a base de água não agridem a camada de ozônio nem prejudicam a saúde de quem as manipula e o ambiente onde são aplicadas. Mas atenção, além de não conter COVs, ela não deve ter pigmentos à base de metais pesados, fungicidas sintéticos ou derivados de petróleo.
Também evite usar tintas em spray e adote rolos e pinceis. O spray dispersa parte da tinta no ar, o que pode causa problemas respiratórios e alergias.
Agora que você conhece todos os passos para construir uma casa sustentável, mãos a obra! Essas dicas podem fazer a diferença e tornar a sua morada um lugar mais saudável para sua família e para o planeta.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/guia-da-construcao-verde-decoracao#ixzz2Bf8eDYnK
Móveis antigos e de demolição
Além de evitar que peças cheias de história acabem no lixo, você deixa de comprar produtos novos – o que reduz todos os impactos causados pela produção, transporte, comercialização e descarte desses novos móveis.
Uma porta de madeira antiga, por exemplo, pode ser transformada em uma mesa na sala de jantar. Basta lixá-la e pintá-la e escolher as cadeiras certas para acompanhar. Já o vaso de mesa tradicional pode ser substituído por uma chaleira encontrada em uma loja de móveis antigos ou pela louça herdada da vovó.
Com criatividade e bom senso é possível descobrir verdadeiras raridades e ainda poupar o meio ambiente.
Madeira certificada
A certificação florestal garante que determinada empresa ou comunidade obtém seus produtos manejando sua área florestal segundo determinados princípios e critérios. Essa madeira pode vir tanto de plantações (conhecidas como “reflorestamentos”) quanto de florestas nativas manejadas.
Existem dois tipos de certificações. Um diz respeito ao manejo florestal e certifica que a floresta foi utilizada de acordo com os princípios e critérios do FSC. A outra é certificação de cadeia de custódia e assegura as indústrias que processam e vendem produtos florestais, rastreando a matéria-prima desde a floresta até o consumidor.
Materiais alternativos
Consulte seu arquiteto ou decorador e visite lojas e sites especializados para saber sobre novidades e tendências. Também se informe sobre os produtos antes de comprá-los e verifique os impactos que ele causa no planeta.
Artesanato e produtos de cooperativas
Dessa forma, além de deixar sua casa bonita com tapetes, colchas e outros objetos decorativos, você estará investindo em micro-empresários e organizações sociais e ajudando a manter economias de pequenas comunidades.
Eletroeletrônico com selo Procel
Quanto maior a eficiência do produto (a letra “A” representa o nível mais alto de economia), mais caro ele pode ser. Mas lembre-se que a economia na conta de luz irá pagar a diferença da compra em pouco tempo.
Lâmpadas de baixo consumo
Já as lâmpadas fluorescentes podem substituir com vantagens a iluminação convencional, pois duram mais, consomem menos eletricidade e já estão disponíveis em vários formatos e nas cores branca e amarela. Essas lâmpadas já podem ser encontradas facilmente em todo o país.
Produtos de qualidade e durabilidade
Mas claro que isso nem sempre é possível. Se for o caso, escolha ao menos alguns móveis da sua decoração e procure levar para casa aqueles que você sabe que poderá contar por muitos anos.
Tintas naturais
Ao contrário das tintas com COVs, que liberam hidrocarbonetos aromáticos, as tintas a base de água não agridem a camada de ozônio nem prejudicam a saúde de quem as manipula e o ambiente onde são aplicadas. Mas atenção, além de não conter COVs, ela não deve ter pigmentos à base de metais pesados, fungicidas sintéticos ou derivados de petróleo.
Também evite usar tintas em spray e adote rolos e pinceis. O spray dispersa parte da tinta no ar, o que pode causa problemas respiratórios e alergias.
Agora que você conhece todos os passos para construir uma casa sustentável, mãos a obra! Essas dicas podem fazer a diferença e tornar a sua morada um lugar mais saudável para sua família e para o planeta.
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/guia-da-construcao-verde-decoracao#ixzz2Bf8eDYnK
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Rio de Janeiro - RJ, Brasil
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