segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Reciclagem e Responsabilidade Social

O fenômeno das embalagens PET
O boom das embalagens PET, que fizeram sua estréia mundial nos anos 70, foi desencadeado a partir do desenvolvimento de tecnologias de transformação que permitiram sua produção em larga escala e a baixo custo. Os grandes fabricantes passaram, então, a substituir as embalagens tradicionais pelas práticas embalagens de PET. Com seu conjunto de vantagens – transparentes, leves, inquebráveis, de designs diferenciados –, as embalagens PET rapidamente conquistaram a indústria e os consumidores.
No Brasil, a novidade chegou na década de 90. O crescimento foi tão expressivo que a produção nacional de PET saltou de 70 mil toneladas em 1994 para aproximadamente 374 mil toneladas em 2005. E a tendência de adoção do PET em substituição a outros materiais se mantém. Prova disso é a expansão da demanda mundial, calculada hoje em mais de 7 milhões de toneladas/ano.
Reciclar é preciso
Se o avanço vertiginoso das embalagens PET mudou radicalmente hábitos de consumo, também gerou desafios para a indústria e a sociedade, que buscam caminhos para tratar o volume de descarte gerado. As previsões de crescimento do mercado só tornam ainda mais imperiosa a necessidade de as sociedades se dedicarem à reciclagem.
Atualmente, nos centros urbanos, cada indivíduo gera cerca de 1 quilo por dia de descartes sólidos. Embora o PET não seja o plástico mais produzido (representa apenas 7,5% dos plásticos, aproximadamente), é 100% reciclável. Reutilizá-lo traz inúmeros benefícios socioambientais, energéticos e econômicos.
As taxas de reciclagem de PET no Brasil já superam a marca de 45% – um patamar que pode ser considerado excelente, levando-se em conta o tempo que o país iniciou essa atividade e a deficiente logística brasileira para resgatar materiais recicláveis. Mas há oportunidades para avançar mais, por exemplo, por meio do incremento dos sistemas de coleta seletiva.
As vantagens da reciclagem
30%
Reciclar o PET traz vantagens para todos.
Para o País: representa economia de divisas, uma vez que propicia redução nas importações de matéria-prima (petróleo ou a própria resina virgem).
Para o meio ambiente: poupa as fontes não-renováveis de energia (as matérias-primas básicas do PET são derivadas do petróleo) e reduz o impacto ambiental do descarte de embalagens. Mais: contribui para reduzir os gastos públicos com tratamento do lixo e para aumentar a vida útil de locais de deposição.
Para a indústria: as empresas que utilizam o PET revalorizado se beneficiam das vantagens econômicas representadas pela reutilização do material descartado.
Para a sociedade e a geração de empregos: impulsiona o surgimento de indústrias dedicadas à reciclagem e atividades relacionadas. São novas empresas, que recolhem impostos e geram empregos diretos e indiretos, na medida em que estimulam o crescimento da rede de coleta que já se ocupa de outros materiais como vidros, papéis e latas.
  
Você sabia?
• Fazer uma garrafa de PET reciclado representa uma economia de energia de 93% em relação à produção da mesma embalagem com resina virgem, considerando as várias etapas de transformação do polímero desde o petróleo.
• A capacidade dos lixões e aterros sanitários, principalmente nos grandes centros urbanos, está próxima da saturação, demandando ações urgentes em favor da coleta seletiva e da reciclagem.
• A captação de materiais recicláveis (embalagens PET entre eles) é fonte de renda de cerca de 200 mil famílias em todo o Brasil.
O processo da reciclagem
Muito amigável em relação ao meio ambiente, o PET é de fácil reciclagem, mantendo elevadas características técnicas que garantem inúmeras aplicações em diferentes mercados.
O PET pode ser reciclado de maneira mecânica, energética ou química. A reciclagem mecânica é a mais aplicável ao PET no Brasil. Trata-se de um processo mais simples, em relação à reciclagem química, permitindo razoável controle nas características e na qualidade do produto final, agregando adequado valor ao produto e à sociedade.
A reciclagem mecânica consiste na conversão das embalagens em flakes ou grânulos que podem ser reutilizados na fabricação de novos produtos. Suas etapas básicas abrangem o sistema de coleta e triagem de garrafas, separação em função das cores e outros plásticos, moagem, lavagem e outras transformações termomecânicas de grau técnico mais elevado.
Nesse processo, as características técnicas do PET são mantidas muito próximas dos níveis da resina original.
Assim, o material reciclado permite obter embalagens não-alimentícias tão boas quanto as produzidas com PET virgem.
Em resumo, o PET reciclado reúne todas as características que fazem dele um produto alinhado aos modernos conceitos de sustentabilidade: contribui para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais não-renováveis, gera renda para os setores mais carentes da sociedade, dinamiza a indústria e a economia e atende o consunidor com embalagens práticas e bonitas.
Alya Eco, a fibra que já foi garrafa
As vantagens do PET reciclado têm sido exploradas em um número cada vez maior de aplicações. A própria M&G dá exemplo de que essa pode ser a matéria-prima de inovações que vão ao encontro dos desejos dos consumidores e agregam valor aos negócios. Prêmio ABIT de Inovação Tecnológica, a fibra Alya Eco, produzida pela M&G a partir do PET revalorizado na Recipet, vem conquistando o mundo da moda – dos uniformes profissionais às roupas do segmento fashion.
Com 1,4 dtex, mais fina que a fibra de algodão, Alya Eco permite o desenvolvimento de tecidos e malhas em misturas com outras fibras, resultando em artigos duráveis, resistentes, confortáveis e de ótimo caimento. A esses atributos, Alya Eco soma um conceito cada vez mais valorizado pela sociedade moderna: o de responsabilidade socioambiental.
Para um consumidor cada vez mais sensível à questão ambiental, vestir uma roupa com Alya Eco é uma forma simples e charmosa de defender a causa.
O charme da moda com responsabilidade socioambiental.
Alya Eco é uma inovadora fibra de poliéster produzida a partir da reciclagem de embalagens PET. Desenvolvida pela M&G, Alya Eco é garrafa usada que, em vez de acabar no lixo ou ser jogada ao meio ambiente, transforma-se em matéria-prima de produtos têxteis.
Em síntese: é uma fibra que ajuda a preservar o meio ambiente e a poupar os recursos naturais não-renováveis.
Ecologia + tecnologia
Numa época em que o mundo se empenha na busca de fontes alternativas de energia e em ações para frear o aquecimento global, o atributo ecológico é um superdiferencial de Alya Eco. Mas não é o único. Ao contrário das fibras recicladas convencionais, de gramatura encorpada, Alya Eco tem apenas 1,4 dtex. É mais fina que uma fibra de algodão. Na prática, isso significa que roupas confeccionadas com Alya Eco são mais confortáveis, duráveis e bonitas, de toque agradável e ótimo caimento.
Em mistura com outras fibras, Alya Eco vem conquistando todos os segmentos da moda e do mundo têxtil – do fashion ao casual; do streetwear aos uniformes profissionais.
Uma questão de consciência
A escolha de Alya Eco para compor artigos têxteis dos mais variados tipos e para as mais diversas aplicações tem uma explicação simples: os consumidores estão cada vez mais conscientes e valorizam os produtos socialmente responsáveis, que traduzam o seu respeito pelo meio ambiente e pelas causas sociais.
É isto que Alya Eco agrega aos artigos: Responsabilidade Social.
  • Alya Eco traduz Consciência Social Ecológica, pelos benefícios ambientais gerados pela reciclagem de garrafas PET usadas como matéria-prima para a fabricação da fibra.
  • Alya eco traduz Compromisso Social, pois a captação de materiais recicláveis como as embalagens PET é fonte de renda de cerca de 200 mil famílias em todo o Brasil.
Como a garrafa se transforma em fibra?
A matéria-prima utilizada para a produção de Alya Eco é fornecida pela Recipet, a unidade de reciclagem da M&G instalada em Indaiatuba, com capacidade para processar cerca de 20 mil toneladas por ano de embalagens PET descartadas – garrafas usadas, em geral recolhidas por cooperativas de catadores, e material provindo de perdas da indústria de embalagens.
Na Recipet, as embalagens são separadas por cores, lavadas e moídas, transformando-se em flakes (flocos) de poliéster. Esse é o material utilizado para a fabricação de Alya Eco, na unidade de Poços de Caldas.
Com quantas garrafas se faz uma roupa?
1 camiseta = 2 garrafas de refrigerante de 2 litros
1 calça = 5 garrafas de refrigerante de 2 litros
(Os valores consideram artigos produzidos em mistura com 50% de Alya Eco e 50% de algodão.)
Fonte: http://www.gruppomg.com.br/empresa/reciclagem.htm

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Energia eólica



A energia eólica vem aumentando nos últimos anos sua participação no contexto energético brasileiro. Desde a criação do Proinfa (Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica), e, posteriormente, os sucessivos leilões de compra e venda deste tipo de energia, a participação na matriz elétrica brasileira passou de pouco mais de 20 MW para aproximadamente 1.180MW.

São 59 parques eólicos atualmente em operação. Nos últimos dois anos, o governo federal contratou a construção de 141 novos empreendimentos, que serão entregues entre 2012 e 2013. São investimentos de R$ 16 bilhões.


 A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro Ampliar
  • A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro
O compromisso estabelecido pelo governo é diversificar a matriz energética, organizar leilões que contratem energia pelo menor preço e que garantam a sustentabilidade ambiental.

A energia eólica é uma opção complementar à fonte hidrelétrica, predominante no sistema brasileiro.

A expectativa para os próximos dez anos é de que a capacidade instalada no País aumente em 63.400 MW. Deste montante, 18 GW devem produzidos a partir das fontes alternativas complementares, entre elas a energia eólica. 
O Brasil é o País mais promissor do mundo em termos de produção de energia eólica, na avaliação do Global Wind Energy Council, organismo internacional que reúne entidades e empresas relacionadas à produção desse tipo de energia.

A região que se destaca é a Nordeste: mapas eólicos desenvolvidos pelo Centro Brasileiro de Energia Eólica apontam que a área tem uma das melhores jazidas do mundo, contam com boa velocidade de vento, baixa turbulência e uniformidade. O potencial total é estimado em 30 mil MW. Em termos estratégicos, este tipo de matriz é importante, porque os ventos são mais fortes nos períodos de seca (entre junho e dezembro), quando a produção das hidrelétricas tende a cair.
















quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Tecnológia Verde ou TI VERDE

 Sua casa vai virar uma usina de força!



Novas tecnologias prometem transformar residências e prédios comerciais em pequenas usinas elétricas, capazes de produzir quase tudo o que consomem.

A produção de energia para sustentar casas cada vez mais automatizadas e fábricas funcionando a todo vapor é um enorme desafio para as sociedades contemporâneas e quase sempre pivô de controvérsias sobre o impacto ambiental de cada matriz energética.

Comprar um gerador a diesel e instalá-lo no quintal para garantir luz mesmo quando o pior vendaval atingir sua cidade, por exemplo, é uma forma de produzir energia localmente. Mas esta não é lá uma atitude muito ecológica.

Se termoelétricas liberam grandes quantidades de dióxido de carbono e hidroelétricas criam cicatrizes em paisagens naturais, causando enormes alagamentos, restam opções baseadas em fenômenos naturais, como o aproveitamento do Sol, dos ventos e até do movimento das ondas para gerar eletricidade.

Uma empresa americana apresentou um conjunto de hélice e gerador que pode ser instalado no alto de residências. Em tese, é possível instalar vários deles num mesmo telhado, a fim de aumentar seu potencial de gerar eletricidade.



A Cascade Engineering vende o sistema e o instala por um custo de US$ 10 mil. O custo ainda é elevado, mas se a ideia se massificar poderia cair abruptamente.

De acordo com a Cascade, um sistema de anéis faz o vento incidir de forma a não gerar ruídos elevados ou trepidações. A energia gerada pelo sistema pode ser usada para aquecer a casa no inverno, esquentar água ou simplesmente alimentar os eletrônicos da residência.

Outra forma de transformar seu lar numa usina de energia limpa é instalar painéis solares no telhado. Na cidade de São Paulo, isto é obrigação conforme uma  lei municipal de 2007

A regra obriga prédios comerciais e condomínios novos a colocar painéis solares em suas coberturas. O cuidado ecológico visa garantir que parte da energia consumida por estas edificações seja gerada por ela mesma.

Se residências e prédios comerciais conseguirem equacionar seu consumo de energia, as usinas precisariam focar esforços para atender fábricas e iluminação pública, uma economia e tanto. 


Fonte: http://info.abril.com.br/ti-verde/sua-casa-vai-virar-uma-usina-e.shtml

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Guia da construção verde: Decoração sustentável

Depois de mostrar como construir uma casa sustentável desde a sua fundação até o jardim, é hora de finalmente decorar o seu lar, doce lar. Mas não pense que a sustentabilidade pode ser deixada de fora nessa última etapa. Com escolhas inteligentes e conscientes é possível montar seus espaços sem abrir mão do charme e do conforto e causando menos impactos ao planeta.
Móveis antigos e de demolição
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A primeira opção quando você pensar nos móveis de sua casa é buscar lojas que vendem objetos antigos e de demolição. Você pode reformar ou dar uma nova serventia para mesas, cadeiras, vidrais e o que mais encontrar nesses locais.
Além de evitar que peças cheias de história acabem no lixo, você deixa de comprar produtos novos – o que reduz todos os impactos causados pela produção, transporte, comercialização e descarte desses novos móveis.
Uma porta de madeira antiga, por exemplo, pode ser transformada em uma mesa na sala de jantar. Basta lixá-la e pintá-la e escolher as cadeiras certas para acompanhar. Já o vaso de mesa tradicional pode ser substituído por uma chaleira encontrada em uma loja de móveis antigos ou pela louça herdada da vovó.
Com criatividade e bom senso é possível descobrir verdadeiras raridades e ainda poupar o meio ambiente.
Madeira certificada
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Mas se você faz questão de objetos novos, fique atento e só compre produtos de madeira com certificado FSC de procedência. Com isso você inibe o comercio ilegal de madeira e estimula que mais lojas revendam produtos certificados.
A certificação florestal garante que determinada empresa ou comunidade obtém seus produtos manejando sua área florestal segundo determinados princípios e critérios. Essa madeira pode vir tanto de plantações (conhecidas como “reflorestamentos”) quanto de florestas nativas manejadas.
Existem dois tipos de certificações. Um diz respeito ao manejo florestal e certifica que a floresta foi utilizada de acordo com os princípios e critérios do FSC. A outra é certificação de cadeia de custódia e assegura as indústrias que processam e vendem produtos florestais, rastreando a matéria-prima desde a floresta até o consumidor.
Materiais alternativos
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Além da madeira, você pode optar por materiais alternativos e mais sustentáveis. Porcelanato e cerâmica reciclada, fibra natural, couro ecológico, bambu, ladrilhos hidráulicos, pneus reciclado, pastilhas de coco, fibras obtidas em garrafas pets, aço inoxidável e borracha reciclada são alguns exemplos.
Consulte seu arquiteto ou decorador e visite lojas e sites especializados para saber sobre novidades e tendências. Também se informe sobre os produtos antes de comprá-los e verifique os impactos que ele causa no planeta.
Artesanato e produtos de cooperativas
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Outra opção é comprar produtos artesanais e de cooperativas. Geralmente feitos de forma sustentável e utilizando materiais naturais, esses objetos são produzidos por artesãos e trabalhadores de pequenas comunidades e ajudam a gerar renda para essas famílias.
Dessa forma, além de deixar sua casa bonita com tapetes, colchas e outros objetos decorativos, você estará investindo em micro-empresários e organizações sociais e ajudando a manter economias de pequenas comunidades.

Eletroeletrônico com selo Procel
Quando chegar o momento de equipar sua casa com eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, prefira sempre aqueles com selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica – Procel. Criado pelo governo para ajudar o consumidor a escolher os produtos que apresentam alta eficiência energética, esse selo garante que aquele equipamento vai consumir o mínimo de energia e reduzir os impactos ambientais.
Quanto maior a eficiência do produto (a letra “A” representa o nível mais alto de economia), mais caro ele pode ser. Mas lembre-se que a economia na conta de luz irá pagar a diferença da compra em pouco tempo.
Lâmpadas de baixo consumo
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Na hora da iluminação, prefira sempre lâmpadas de LED ou fluorescentes para complementar a luz natural. Embora as lâmpadas de LED tenham uma eficiência energética menor do que as lâmpadas convencionais e um custo superior, elas consumem menos energia e ainda oferece uma vida útil muito superior.
Já as lâmpadas fluorescentes podem substituir com vantagens a iluminação convencional, pois duram mais, consomem menos eletricidade e já estão disponíveis em vários formatos e nas cores branca e amarela. Essas lâmpadas já podem ser encontradas facilmente em todo o país.
Produtos de qualidade e durabilidade
Uma questão fundamental na hora de comprar móveis e objetos de decoração é optar por produtos de qualidade e durabilidade. Apesar de quase sempre serem mais caros, produtos de qualidade podem durar mais tempo – o que evita a necessidade de comprar um produto novo pouco tempo depois da primeira compra. Assim, você economiza dinheiro a médio e longo prazo e diminui sua pegada no planeta.
Mas claro que isso nem sempre é possível. Se for o caso, escolha ao menos alguns móveis da sua decoração e procure levar para casa aqueles que você sabe que poderá contar por muitos anos.
Tintas naturais
Quando for pintar os cômodos internos e as áreas externas da casa, opte por tintas ecológicas. Elas são formuladas com matérias-primas naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. A pintura a cal ou com tintas feitas a base de água, livre de compostos orgânicos voláteis (COVs) são as mais utilizadas.
Ao contrário das tintas com COVs, que liberam hidrocarbonetos aromáticos, as tintas a base de água não agridem a camada de ozônio nem prejudicam a saúde de quem as manipula e o ambiente onde são aplicadas. Mas atenção, além de não conter COVs, ela não deve ter pigmentos à base de metais pesados, fungicidas sintéticos ou derivados de petróleo.
Também evite usar tintas em spray e adote rolos e pinceis. O spray dispersa parte da tinta no ar, o que pode causa problemas respiratórios e alergias.
Agora que você conhece todos os passos para construir uma casa sustentável, mãos a obra! Essas dicas podem fazer a diferença e tornar a sua morada um lugar mais saudável para sua família e para o planeta.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/guia-da-construcao-verde-decoracao#ixzz2Bf8eDYnK