segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Experiência Modelo em Lages!

Muro de escola se transforma em horta e jardim em Lages


Falta de espaço não é mais desculpa para deixar de ter uma horta ou um jardim bem florido, seja em casa, apartamento ou instituições, basta usar a criatividade. Prova disso é a iniciativa dos professores e alunos da EMEB Nicanor Rodrigues Goulart, do bairro Bom Jesus. Eles confeccionaram uma horta suspensa e fizeram do muro da escola uma verdadeira área verde.
Os litros descartáveis foram reutilizados para abrigar as mudas de flores e hortaliças, como alface, radite, couve, beterraba, salsinha e cebolinha. Os próprios alunos plantaram as mudas e também serão eles os responsáveis pela manutenção da horta.

A escola não participava do projeto Hortas Escolares, da Secretaria de Educação de Lages, justamente por não ter espaço disponível, e foi uma das primeiras a inovar e buscar uma alternativa. “Agora todos estão muito empolgados com a novidade. É um tipo de horta viável e fácil de cuidar”, comenta a gestora Silvana Antunes da Silva.
A professora Adriana Derossi conta que a ideia surgiu durante uma aula sobre o meio ambiente, assistindo a um vídeo sobre o solo. “Observamos que poderíamos ensinar às crianças os cuidados com a terra e as plantas e ainda dar noções de sustentabilidade, através da reciclagem”.
Tudo é produzido de forma orgânica e em breve consumido pelos alunos, contribuindo para uma alimentação mais saudável. A compostagem (armazenamento de produtos orgânicos para usar como adubo para as plantas) será feita em latões de plástico. “Tudo que é descartado da cozinha da escola será reaproveitado”, diz Adriana.
Antes do lançamento do projeto, alguns pais participaram de uma oficina que ensinava a confeccionar a horta. “Esperamos que o resultado obtido na escola sirva de exemplo para os pais, e que eles também façam o mesmo nas suas casas”, finaliza a professora.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Hortas para pequenos espaços

Hortas para pequenos espaços com Garrafas PET


Ideal para apartamentos ou casas pequenas, as hortas na parede são charmosas e sustentáveis.  


É possível ter temperos sempre à mão em casa, ainda que você não disponha de muito espaço ou de recursos financeiros. A idéia desse projeto partiu de Marcelo Rosenbaum, que a executou em uma das edições do quadro "Lar, doce lar", exibido no programa Caldeirão do Huck, da TV Globo.
A garrafa PET é um invento que deu certo em termos econômicos, mas vem sendo uma dor de cabeça quando pensamos na enorme degradação do Meio Ambiente causada por ela.
Buscar alternativas para sua reutilização tem sido um esforço da sociedade em diversos lugares do Brasil, como já constatei nas minhas andanças pelo país.
O que você vai precisar:
- Garrafas PET de 2 litros (já vazias e limpas)
- Tesoura com ponta
- Corda para varal, barbante ou arame
- Terra adubada
- Muda de planta à sua escolha
- Parafusos com ganchos e bucha n°8
- Furadeira


COMO FAZER:
Faça uma horta de parede com garrafas PET
Faça uma horta de parede com garrafas PET
- Com a tesoura, faça uma abertura no meio da garrafa, deixando mais ou menos 15 cm de sobra de cada extremidade. Com a ajuda de um prego, faça 2 furos de cada lado da garrafa, para passar a corda que vai sustentar a floreira na parede.
- Passe a corda de varal, barbante ou arame pelos furos, fixando embaixo com nós bem presos, ou arruelas de metal. Coloque a terra e a muda de planta dentro da garrafa PET e depois pendure na parede, fazendo um furo e fixando o parafuso com o ganchinho. Lembre-se de fazer furinhos na parte de baixo da garrafa para escoar a água das regas.

Fonte:Blog da Consul

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Upcycle

Fique por dentro de todas as possibilidades que nos dá o lixo, e os materiais que perderam o uso podem ser utilizados de outra maneira mais criativa e para outra finalidade!

Upcycle você também!

Veja o vídeo Parte 1;

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Outras dicas para reciclar com eficiência:





Papéis: todos os tipos são recicláveis, inclusive caixas do tipo longa-vida e de papelão. Não recicle papel com material orgânico, como caixas de pizza cheias de gordura, pontas de cigarro, fitas adesivas, fotografias, papéis sanitários e papel-carbono.

Plásticos: 90% do lixo produzido no mundo são à base de plástico. Por isso, esse material merece uma atenção especial. Recicle sacos de supermercados, garrafas de refrigerante (pet), tampinhas e até brinquedos quebrados.

Vidros: quando limpos e secos, todos são recicláveis, exceto lâmpadas, cristais, espelhos, vidros de automóveis ou temperados, cerâmica e porcelana.

Metais: além de todos os tipos de latas de alumínio, é possível reciclar tampinhas, pregos e parafusos. Atenção: clipes, grampos, canos e esponjas de aço devem ficar de fora.

Isopor: Ao contrário do que muita gente pensa, o isopor é reciclável. No entanto, esse processo não é economicamente viável. Por isso, é importante usar o isopor de diversas formas e evitar ao máximo o seu desperdício. Quando tiver que jogar fora, coloque na lata de plásticos. Algumas empresas transformam em matéria-prima para blocos de construção civil.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Como e porquê separar o lixo?


A reciclagem reduz, de forma importante, impacto sobre o meio ambiente: diminui as retiradas de matéria-prima da natureza, gera economia de água e energia e reduz a disposição inadequada do lixo. Além disso, é fonte de renda para os catadores.


A preservação do meio ambiente começa com pequenas atitudes diárias, que fazem toda a diferença. Uma das mais importantes é a reciclagem do lixo. As vantagens da separação do lixo doméstico ficam cada vez mais evidentes. Além de aliviar os lixões e aterros sanitários, chegando até eles apenas os rejeitos (restos de resíduos que não podem ser reaproveitáveis), grande parte dos resíduos sólidos gerados em casa pode ser reaproveitada. A reciclagem economiza recursos naturais e gera renda para os catadores de lixo, parte da população que depende dos resíduos sólidos descartados para sobreviver.

Segundo a última pesquisa Nacional de Saneamento Básico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são recolhidas no Brasil cerca de 180 mil toneladas diárias de resíduos sólidos. O rejeito é resultante de atividades de origem urbana, industrial, de serviços de saúde, rural, especial ou diferenciada. Esses materiais gerados nessas atividades são potencialmente matéria prima e/ou insumos para produção de novos produtos ou fonte de energia.

Mais da metade desses resíduos é jogado, sem qualquer tratamento, em lixões a céu aberto. Com isso, o prejuízo econômico passa dos R$ 8 bilhões anuais. No momento, apenas 18% das cidades brasileiras contam com o serviço de coleta seletiva. Ao separar os resíduos, estão sendo dad os os primeiros passos para sua destinação adequada. Com a separação é possível: a reutilização; a reciclagem; o melhor valor agregado ao material a ser reciclado; as melhores condições de trabalho dos catadores ou classificadores dos materiais recicláveis; a compostagem; menor demanda da natureza; o aumento do tempo de vida dos aterros sanitários e menor impacto ambiental quando da disposição final dos rejeitos.

O que é reciclável?

É reciclável todo o resíduo descartado que constitui interesse de transformação de partes ou o seu todo. Esses materiais poderão retornar à cadeia produtiva para virar o mesmo produto ou produtos diferentes dos originais.
Por exemplo: Folhas e aparas de papel, jornais, revistas, caixas, papelão, PET, recipientes de limpeza, latas de cerveja e refrigerante, canos, esquadrias, arame, todos os produtos eletroeletrônicos e seus componentes, embalagens em geral e outros.

Como separar o lixo doméstico?

Não misture recicláveis com orgânicos - sobras de alimentos, cascas de frutas e legumes. Coloque plásticos, vidros, metais e papéis em sacos separados.

Lave as embalagens do tipo longa vida, latas, garrafas e frascos de vidro e plástico. Seque-os antes de depositar nos coletores.

Papéis devem estar secos. Podem ser dobrados, mas não amassados.

Embrulhe vidros quebrados e outros materiais cortantes em papel grosso (do tipo jornal) ou colocados em uma caixa para evitar acidentes. Garrafas e frascos não devem ser misturados com os vidros planos.

O que não vai para o lixo reciclável?

Papel-carbono, etiqueta adesiva, fita crepe, guardanapos, fotografias, filtro de cigarros, papéis sujos, papéis sanitários, copos de papel. Cabos de panela e tomadas. Clipes, grampos, esponjas de aço, canos. Espelhos, cristais, cerâmicas, porcelana. Pilhas e baterias de celular devem ser devolvidas aos fabricantes ou depositadas em coletores específicos.

E as embalagens mistas: feitas de plástico e metal, metal e vidro e papel e metal?

Nas compras, prefira embalagens mais simples. Mas, se não tiver opção, desmonte-a separando as partes de metal, plástico e vidro e deposite-as nos coletores apropriados. No caso de cartelas de comprimidos, é difícil desgrudar o plástico do papel metalizado, então descarte-as junto com os plásticos. Faça o mesmo com bandejas de isopor, que viram matéria-prima para blocos da construção civil.

Texto de Rafaela Ribeiro - http://www.mma.gov.br/informma/item/8521-como-e-porqu%C3%AA-separar-o-lixo

quinta-feira, 12 de julho de 2012

UMA BREVE NOTA SOBRE NOSSA HISTÓRIA




História do Gerenciamento dos Resíduos Sólidos no Brasil:
No Brasil, o serviço sistemático de limpeza urbana foi iniciado oficialmente em 25 de novembro de 1880, na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, então capital do Império.
Nesse dia, o imperador D. Pedro II assinou o Decreto nº 3024, aprovando o contrato de "limpeza e irrigação" da cidade, que foi executado por Aleixo Gary e, mais tarde, por Luciano Francisco Gary, de cujo sobrenome origina-se a palavra gari, que hoje se denomina os trabalhadores da limpeza urbana em muitas cidades brasileiras.
Dos tempos imperiais aos dias atuais, os serviços de limpeza urbana vivenciaram momentos bons e ruins. Hoje, a situação da gestão dos resíduos sólidos se apresenta em cada cidade brasileira de forma diversa, prevalecendo, entretanto, uma situação nada alentadora.

Sendo assim, verificada a ausência da implantação do Programa de Coleta Seletiva Solidária nos órgãos públicos da Administração Pública do Rio de Janeiro, nos termos do Decreto Federal n° 5.940/2006, Estadual n° 40.645/2007 e Municipal n° 30.624/2009, bem como da escassez de ações concretas voltadas para educação, cidadania e cultura ambiental foi que decidimos enfrentar estes desafios fundando a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Vamos Unir o Mundo_VUM e a Cooperativa de Catadores dos Órgãos Públicos do Rio de Janeiro_CCOPRJ.

Pretendemos de forma gradativa participar da Coleta Seletiva Solidária em todos os órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta, de todos os níveis: Federal, Municipal e Estadual em todo o Estado do Rio de Janeiro, promovendo um verdadeiro exercício de cidadania.

Agradeço a todos que direta ou inderatamente estão apoindo o nosso projeto viabilizando torná-lo uma realidade.